Eu choro vendo Grey's. Normalmente eu choro. Mas o que houve hoje não foi choro, eu desabei a chorar. Chorei muito, borrei a maquiagem. Sexta, feriado, 1 da manhã, em casa e chorando por causa de Grey's.
Foi quase um desabafo, um momento de deixar tudo mais leve, de descarregar um pouco do peso. E como já diria a Meredith, 'eu não me entendo'. Nem tenho a pretensão de entender.
E admito, tenho esse gene da minha mãe, me tornei chorona e muito muito mole. Choro por qualquer coisa.
Nem tudo precisa ser entendido, ou explicado ou mesmo ter razões lógicas.
Eu devia chorar mais, chorar sem peso, nem culpa, chorar pra descansar os olhos, limpar a mente e dormir tranquilo...
sábado, 2 de maio de 2009
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
TPM
Justificar.
Tenho mania de justificar tudo. Com razões e porquês desnecessários, muitas das vezes.
Procuro formas de me convencer do certo e do errado, sobre qualquer assunto.
E comecei a pensar esse post já por sua justificativa: estou de tpm.
Mas, no fundo, ela não é necessária. Meus posts não precisam de justificativa, são meus e deviam se justificar pelo fato de estar com vontade de escrever.
Eles não precisam ser certos ou errados, ou mesmo, bons ou ruins.
Podem ser o que eu quero que eles sejam.
Acabei de ler um post do Lu. É fato, adoro o jeitinho dele escrever. É tão sincero e tão profundo, sem ser piegas ou mesmo explicitamente revelador.
Em um dos parágrafos ele falava sobre querer um amor. E concordo plenamente com ele, em pontos e vírgulas.
Não busco um amor antigo, nem mesmo um amor novo. Pois não quero buscá-lo, queria apenas que ele acontecesse, do mesmo modo que todo mundo quer.
E não bastaria ser qualquer amor, precisaria ser mais intenso e mais gostoso do que todos os outros.
Não busco o amor, pelo amor em si, mas me encontro ansiosa por estar apaixonada.
Vontade de borboletas no estômago. De não ter fome de tanta ansiedade. De querer ligar ou receber um telefonema o tempo todo. De beijar, beijar, beijar...
Vontade de me jogar, de confiar, de silencios que digam tudo, de dizer "meu namorado", de expressar o sentimento de posse, aquela posse de quem gosta muito e quer cuidar o tempo todo!
Quero muitas coisas. Coisas das quais sinto falta. Coisas que dão sentido a tantas outras coisas.
A TPM me faz pensar, repensar, refletir. Fico sensível, choro, dou gargalhadas, praticamente bipolar. E aos poucos vou aprendendo que tomar decisões nessa época é estritamente proibido. Para não decidir, desabafar é bom. Muito bom.
Tenho mania de justificar tudo. Com razões e porquês desnecessários, muitas das vezes.
Procuro formas de me convencer do certo e do errado, sobre qualquer assunto.
E comecei a pensar esse post já por sua justificativa: estou de tpm.
Mas, no fundo, ela não é necessária. Meus posts não precisam de justificativa, são meus e deviam se justificar pelo fato de estar com vontade de escrever.
Eles não precisam ser certos ou errados, ou mesmo, bons ou ruins.
Podem ser o que eu quero que eles sejam.
Acabei de ler um post do Lu. É fato, adoro o jeitinho dele escrever. É tão sincero e tão profundo, sem ser piegas ou mesmo explicitamente revelador.
Em um dos parágrafos ele falava sobre querer um amor. E concordo plenamente com ele, em pontos e vírgulas.
Não busco um amor antigo, nem mesmo um amor novo. Pois não quero buscá-lo, queria apenas que ele acontecesse, do mesmo modo que todo mundo quer.
E não bastaria ser qualquer amor, precisaria ser mais intenso e mais gostoso do que todos os outros.
Não busco o amor, pelo amor em si, mas me encontro ansiosa por estar apaixonada.
Vontade de borboletas no estômago. De não ter fome de tanta ansiedade. De querer ligar ou receber um telefonema o tempo todo. De beijar, beijar, beijar...
Vontade de me jogar, de confiar, de silencios que digam tudo, de dizer "meu namorado", de expressar o sentimento de posse, aquela posse de quem gosta muito e quer cuidar o tempo todo!
Quero muitas coisas. Coisas das quais sinto falta. Coisas que dão sentido a tantas outras coisas.
A TPM me faz pensar, repensar, refletir. Fico sensível, choro, dou gargalhadas, praticamente bipolar. E aos poucos vou aprendendo que tomar decisões nessa época é estritamente proibido. Para não decidir, desabafar é bom. Muito bom.
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